Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Sexta-feira, 07 de Janeiro de 2011

Neste novo período lectivo iniciamos uma nova obra para trabalhar no âmbito do Plano Nacional de Leitura.

Chama-se "A Nau Catrineta que tem muito que pensar", de António Torrado. É uma obra em poesia, que adapta para as crianças uma obra de um autor desconhecido, baseada numa antiga lenda.

Depois de analisarem a capa, os Moranguitos fizeram a  previsão da história.

 

 

Acham que o livro conta a história de uma nau que foi até à Índia.

Atravessou uma grande tempestade e foi parar a uma ilha.

Os navegadores foram, então, descobrir o que havia na ilha.

Encontraram índios, vestidos de peles de animais e com pinturas na cara.

Os índios receberam-os mal, apontando-lhes os arcos e atirando-lhe flechas.

Os descobridores foram obrigados a fugir.

 

A história original é ligeiramente diferente.

 

 

 

Diz a lenda que decorria o ano de 1565 quando saiu de Pernambuco a nau "Santo António" com destino a Lisboa, levando a bordo Jorge de Albuquerque Coelho, filho do fundador daquela cidade. Pouco depois de deixarem terra, avistaram uma embarcação que vinha na sua direcção e que identificaram como um navio pirata francês, que roubava os barcos naquelas paragens.

Dado o alerta, pouco adiantou levantarem todas as velas, pois o "Santo António" tinha os porões demasiado carregados.

A abordagem dos piratas foi rápida e eficaz: a nau foi roubada com todos os seus haveres e deixada à deriva no mar sob o sol escaldante. Os tripulantes mais fracos ou feridos em combate foram morrendo.

O desespero apoderou-se dos marinheiros e um deles cheio de fome tentou comer um colega, lançando a confusão. Até que,  a voz de Jorge de Albuquerque Coelho se levantou, aconselhando-lhes calma e apelando para a sua dignidade de homens. Os marinheiros serenaram, enquanto a nau continuava à deriva. Por fim, foi avistada terra portuguesa, onde todos foram acolhidos e tratados.

Conta-se que, muitos anos depois, Jorge de Albuquerque Coelho, já de idade avançada, se sentava em frente ao mar rodeado de amigos para contar a sua história que começava assim: "Lá vem a nau Catrineta, que tem muito que contar. Ouvi, agora, senhores, uma história de pasmar...".

 

 

publicado por Paula às 23:30


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aleleuia
Quero saber a introdução da experiência
Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
gosto de ler historias para meus alunos mas sempre...
lol
QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
muito obrigada nao copiei todos mas ainda coipiei ...
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