Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

 

Numa altura em que em Estudo do Meio estamos a falar de descobrimentos portugueses. Hoje imaginámos ser marinheiros e relatámos um dia de uma viagem.

 

 
Um dia na frota de Gil Eanes
Hoje, dia 10 de Março de 1434, estamos prestes a passar o Cabo Bojador.
Todos nós estamos com medo porque se diz haver lá um gigante.
Gil Eanes, o nosso comandante também tem receio, mas ainda faltam algumas horas.
Ao longo da viagem, tivemos várias conversas sobre desistir, mas Gil Eanes não deixava, dizendo sempre para continuar. Ele é corajoso.
Por isso, os tripulantes nunca desistiram.
Neste momento, estamos a passar o Cabo Bojador e, surpresa, tudo está calmo no mar. Foi mais fácil do que pensávamos.
Agora, vamos festejar bebendo rum.
Pedro Leandro
 
Um dia na frota de Diogo Cão
Zaire, 28 de Julho de 1482.
Hoje cheguei ao Zaire com o meu comandante Diogo Cão.
Quando chegámos à Foz do Rio Zaire, pensámos que tínhamos alcançado o ponto mais a sul do continente africano, o Cabo Bojador.
Fomos num barco muito leve. Os barcos não podiam estar muitos cheios porque podiam afundar.
No Zaire tudo era bonito: campos muito verdes, árvores carregadas de frutos, pássaros alegres a cantar, para além de muitos animais curiosos.
Antes de voltarmos, o meu comandante Diogo Cão deixou uma inscrição, comprovando a nossa chegada às cataratas de Lalala, perto de Matadi.
Ruben
 
Um dia na frota de Bartolomeu Dias
Estamos a 28 de Julho de 1487.
Estamos em Lisboa, de partida na frota de Bartolomeu Dias.
Nas ruas de Lisboa não se ouve mais nada senão vivas a Bartolomeu Dias.
Está tudo muito bonito, colorido e animado. A alegria não falta.
Sinto-me contente pelo que vou fazer, porque se conseguirmos passar o Cabo das Tormentas seremos famosos em todo o país.
O barco começou a mexer-se. Era sinal que partíamos.
Ao meio-dia, deparámo-nos com uma enorme tempestade, muitos dos nossos homens morreram afogados.
Nós não tínhamos quase nada para comer, nem para beber.
Eu, o meu capitão e mais alguns marinheiros ficámos acordados toda a noite.
A noite foi muito complicada porque passamos por furacões, remoinhos, tempestades...
Este foi o primeiro dia de uma viagem complicada.
Pedro Ventura
 
Um dia na frota de Vasco da Gama
Índia, maio de 1498
Depois de uma longa viagem, sob o comando de Vasco da Gama, chegámos à Índia.
Viajei na nau do comandante. Tem três mastros e três velas, para além da gávea de onde se avistavam terras longínquias.
Na viagem usámos alguns meios de orientação como a bússola, o quadrante, o astrolábio e a balestilha.
Mas falemos da Índia. Um local estranhíssimo, mas onde me sentia em casa. O sol brilhava como se não tivesse fim, era um clima tropical e tinha pessoas de raças diferentes para conhecer.
O meu companheiro Vasco da Gama e eu ficámos fascinados e maravilhados.
Aquele povo era diferente, tinha costumes, plantas diferentes, animais e roupas diferentes.
Confesso que na Índia uma coisa me inspirou e me punha um sorriso na cara. Era o convívio entre aquele povo que, na minha terra, não havia.
Vasco da Gama e eu encontrámos uma gruta escura onde trabalhavam negros procurando um objeto brilhante. Era ouro. Então, percebemos que era uma terra rica em ouro e decidimos trazê-lo connosco.
Estava a anoitecer. Como era uma terra nova, pensámos em passar lá a noite para ver se faziam alguma dança. Fizeram e convidaram-nos. Foi assim que dançámos danças tradicionais.
Carolina Guise e Sofia

Um dia na frota de Pedro Álvares Cabral
Brasil, 22 de Abril de 1500
Hoje, cheguei ao Brasil. Eu e os outros navegadores pensávamos que tínhamos chegado à Índia, mas o vento desviou-nos para aqui.
Preparámo-nos, cheios de medo, para lutar, mas o contacto foi amistoso. Os índios, afinal, não eram monstros gigantes e conseguimos fazer boas trocas.
O nosso comandante, Pedro Álvares Cabral, ficou muito aborrecido porque queria mesmi ir para a Índia.
Ficámos muito ricos com o ouro do Brasil e muito espantados ao ver que os índios tinham outros costumes e tradições (andavam nus) e ao ver o seu tom de pele diferente.
Ali havia pássaros de todas as cores e plantas exóticas. Era um verdadeiro paraíso
Quando íamos embora, reparámos que os barcos e o ouro tinham desaparecido.
Voltámos para trás e vimos pegadas. Seguimos essas pegadas e chegámos a um espaço onde estavam os índios à volta do barco, prestes a queimá-lo. Mas, conseguimos pará-los a tempo.
Para os converter, decidimos celebrar um missa.
Depois, colocámos o ouro no porão e partimos.
Agora vou dormir porque, daqui a pouco tenho que ir para o leme, guiar o barco.
Beatriz e Joana
publicado por Paula às 22:21


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