Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Sábado, 04 de Dezembro de 2010

Neste sábado damos os PARABÉNS ao BRUNO . PARABÉNS MORANGUITO E UM BEIJINHO DOS COLEGAS E DA PROFESSORA

 

 

publicado por Paula às 00:02

Sexta-feira, 03 de Dezembro de 2010

Na sala dos Moranguitos costumamos lembrar todas as datas importantes.

A de hoje foi uma delas.

Celebra-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência.

Discutimos esta questão, concluindo que, apesar da diferença, todos somos iguais.

Recebemos a visita do Hugo e do Ruben, da UEAM, que nos trouxeram esta bela lembrança.

 

 

 

Retribuímos com nossos sorrisos e com o texto que tínhamos produzido sobre este tema.

Juntámos o nosso texto ao do 3º C e fomos entregar a nossa lembrança aos meninos da UEAM.

 

 

 

Para recordar esta data, aqui fica a nossa opinião:

 

 

"Somos diferentes, mas todos iguais

Todos com os mesmos direitos

Crianças ou adultos devemos respeitar

Porque todos temos direitos

 

 

Na escola ou na cidade

Devemos ajudar

Aqueles que são especiais

Mas também sabem amar

 

 

Todos juntos, de mãos dadas

Faremos um mundo de Igualdade

Onde todos participam

E se é feliz de verdade"

publicado por Paula às 23:39


Na experiência de hoje pusemos esparguete a dançar.

 

Começámos por usar um recipiente, água, corante, bicarbonato, esparguete e vinagre.

 

 

Colocámos água no recipiente.

 

 

 

Partimos o esparguete e colocámos lá dentro. Pusemos também o corante e o bicarbonato.

 

 

Por fim, colocámos o vinagre.

 

O esparguete começou então a andar para baixo e para cima. Na fotografia é pouco visível, mesmo sem o corante mas, ao vivo viu-se claramente o esparguete a viajar.

 

Conclusão

 

Quando o ácido do vinagre reage com o bicarbonato de sódio forma-se um gás. Esse gás, que se chama dióxido de carbono, agarra-se ao esparguete e leva-o até à superfície. Quando as bolhas de gás se escapam para o ar, o esparguete desce.C

 

 

 

publicado por Paula às 23:28


O Ruben trouxe-nos a história de hoje. Chama-se "Pedro aprende bricolagem" e  conta como o menino estava aborrecido, não lhe apetecendo brincar com os brinquedos que tinha.

Decide, então, ir ao encontro do pai que estava a trabalhar na garagem.

Pelo caminho, vê um pássaro caído e diz-lhe que lhe vai fazer uma casa nova.

Logo que chega à garagem conta isto ao pai, que lhe diz que antes de começar a construir a casa deve fazer um projecto.

O Pedro assim faz e, no fim, pega em madeiras e pregos e põe mãos à obra.

Só que o trabalho não fica nada bonito e o pai tem que ajudar.

Ficou uma casa belíssima, que colocam na árvore para o pássaro.

 

 

 

 

publicado por Paula às 23:20

Quinta-feira, 02 de Dezembro de 2010

Adoramos fazer pesquisas sobre animais.

Como se está a aproximar o Natal, decidimos saber mais coisas sobre o animal que puxa o trenó do Pai Natal.

Ficámos a saber que:

 

- As Renas são mamíferos herbívoros, que habitam na zona ártica.

São animais de grande porte, que possuem cascos flexíveis e bastante largos que lhes permitem andar sobre a neve e sobre a lama sem se afundarem, e escavar a neve à procura de comida. Têm os 5 sentidos muito apurados.

A pele é espessa e revestida por duas camadas de pêlos. A cor varia, podendo ir do branco ao cinzento- escuro, mas normalmente apresentam uma tonalidade acastanhada ou acinzentada, com partes mais claras.

Os machos e as fêmeas têm chifres, mas os das fêmeas são mais pequenos e simples do que os dos machos.

Os machos utilizam-nos para competir com machos rivais na altura do acasalamento, no Outono, enquanto as fêmeas os usam para proteger as crias dos predadores.

No Verão alimentam-se, sobretudo, de ervas; no Inverno comem líquenes que obtêm esgravatando a neve.

São bons nadadores e corredores velozes, o que lhes permite escapar aos predadores - lobos, linces e ursos.

Acasalam em Setembro/Outubro e a gestação é de 33 a 35 semanas. Em Maio/Junho, quando a neve se encontra já parcialmente derretida, nascem 1 ou 2 crias, que são capazes de correr logo a seguir.

Em algumas regiões são domesticadas pelo Homem e utilizados como animais de carga, puxando trenós e carros, para transporte de mercadorias e de habitantes das regiões árcticas. Por vezes são também criadas ou caçadas devido à sua carne, leite, pele (usada para fabricar tendas, botas e peças de vestuário) e chifres (para cabos de facas, colheres, etc; os dos animais mais jovens são usados para extrair gelatina).

 

A partir desta informação, escrevemos textos narrativos sobre este animal tão simpático. Aqui ficam alguns.

 

 

 

"Era uma vez uma rena chamada Cupid, que tinha uma amiga que era a Blizen.

A Blizen tinha os chifres grandes e a Cupid tinha os chifres pequenos e já queria ser grande para que eles fossem maiores.

A Nlizen ficou grávida entre Setembro e Maio. Chamou Donder à sua filha.

A Blizen nunca soubera para que serviam os chifres.

Até que...

Um lobo aparece. Mas, como elas eram velozes e boas nadadoras, conseguiram fugir pelo rio.

A Blizen perguntou:

- Onde é que está a Donder?

A Cupid respondeu:

- Vamos procurá-la.

Elas correram mas nunca mais as encontravam.

Então...a Cupid viu pegadas de lobo e disse:

- Vamos seguir estas pegadas.

Elas seguiram o rasto e, ao fundo, encontraram uma gruta.

Entraram...

Ouviram uma rena a pedir socorro. Foram ver e era a Donder.

O lobo apareceu e a Cupid disse:

- Vamos protegê-la com os chifres.

Quando o lobo se aproximou, a Blizen deu-lhe uma cabeçada e o lobo nunca mais voltou a meter-se com as renas.

Agora, a Blizen sabe para que servem os chifres."  Carolina Nunes

 

 

" Era uma vez uma rena chamada Matilde e era solteira.
A Matilde adorava leite, era um mamífero de primeira, e por isso era bem gordinha. Pesava 110 Kg.
Era jovem e vivia no norte do Canadá, onde há muito frio.
Ela tinha uma amiga, a Catarina. Elas gostavam de correr e andar a brincar pelo monte, para além de nadar no rio que havia perto da casa da Catarina.
- A mãe chamou-nos para jantar. Vamos Matilde.
- Já vou!!!
Caso não saibam, a Matilde fugiu de casa aos seis anos, devido a uma discussão sobre a sua vida.
A Matilde e a Catarina foram dar um passeio ao parque.
A meio de caminho encontraram o Sr. João, o carteiro, a correr para casa da Catarina. Perguntaram-lhe onde é que ele ia com tanta pressa.
- Sr. João, o que se passa?- perguntou a Matilde, que já o conhecia.
- Ai minha menina, ainda bem que a encontro.
- Diga Sr. João. Já me está a deixar nervosa.
- A sua mãe...bem, não sei como lhe dizer. A sua mãe foi para o hospital, pronto.
- Não!!!
A Matilde e a Catarina foram a correr com toda a sua força para o hospital. Mas, no caminho, encontraram o lobo Rui, o mais rápido da zona.
Elas não estiveram com meias medidas e enfiaram os seus chifres afiados na barriga do lobo.
Correrem com toda a força que tinham e chegaram ao hospital em três minutos.
A Matilde entrou no hospital, na sala treze e ficou destroçada quando viu a mãe a ser operada.
Ficaram algum tempo no hospital à espera que a operação terminasse.
- Mãe, o que te aconteceu?- perguntou a Matilde à mãe, desesperada.- Estás bem?
- Calma Matilde, foi só um choque. Mas...cresceste muito tu. Por favor filha, volta para casa. Eu e o teu pai ficaríamos muito felizes por te ter de volta connosco.
- Está bem. mas têm que me deixar ser livre, eu não gosto nada que decidam a vida por mim.
- Estás à vontade. Só arranjas namorado quando achares que já está na altura.
- Fico muito feliz por saber, mãe. Hoje já volto para casa.
A Matilde voltou para casa e, duas semanas depois, arranjou logo um macho, um marido.
Tiveram dois filhos e, sempre que iam passear com eles, um ia nas costas da mãe e o outro nas do pai, para nenhum deles se magoar. Nem o Rafael, nem a Joana." Maria Manuel
" Certo dia, andavam duas renas a passear na Gronelândia, que fica perto do Pólo Norte.
De repente, apareceu um lobo que as queria caçar. Mas, as renas, muito espertas e velozes, começaram a correr e, como eram brancas, esconderam-se num monte de neve. O lobo não as voltou a ver.
A rena Ana, que pesava 110 kg, começou a ficar com fome. Então, a rena João, disse-lhe que conhecia um local onde havia algumas plantas.
Os dois encheram o estômago e estavam a descansar.
Depois, apareceu um homem num trenó. Levou as renas consigo e tratou delas.
Esse homem era o Pai Natal." - Bruno
"Era uma vez uma rena que vivia com o Pai Natal, na Lapónia.
Certo dia, o Pai Natal chegou a casa e viu a rena a comer o seu pinheiro.
Ele ficou muito zangado.
Agarrou a rena pelos chifres e tentou levá-la para fora de casa, mas não conseguiu, porque ela pesava 110 kg.
A rena pediu-lhe desculpa e disse:
- Queres que te ajude a distribuir as prendas de Natal que eu sou rápida?
- Sim quero. -disse o Pai Natal.
Então, foram até ao trenó e a rena puxou o Pai Natal com os presentes.
Distribuíram tudo depressa e foram para casa fazer um lanche. O Pai Natal bebeu chá e a rena comeu umas folhitas." Fátima Jinnat

 

publicado por Paula às 22:56


Novo mês, mais um desafio matemático para resolver.

Desta vez, temos que mexer pauzinhos para por as contas certas.

Toca a pensar!!!

 

 

 

 

publicado por Paula às 19:06


A Beatriz trouxe-nos hoje mais uma lenda. Desta vez, foi a Lenda da Serra da Estrela.

É a história de um pastor pobre que vivia numa aldeia e tinha por única companhia um cão.

Este pastor sonhava um dia viajar para além das montanhas que envolviam a sua aldeia e ir até à mais alta delas.

Numa noite de luar, o pastor olhava para o céu estrelado quando desceu até ele uma estrela pequenina a quem ele contou o seu desejo.

A estrela prometeu que o acompanharia no seu trajecto.

Por isso, apesar da oposição das gentes da aldeia que o tentaram fazer desistir, o pastor tomou a decisão de partir, levando como companhia o cão e a estrela. Caminhou durante anos, sempre em busca do seu destino. Tantos que até o cão morreu.
Um dia, o pastor chegou à serra mais alta que conseguiu encontrar. Como ficava mais perto do céu, e consequentemente da sua estrela, resolveu ficar ali a viver.

Um Rei, sabendo disto, mandou os seus soldados procurarem o pastor para lhe comprarem a estrela. Mas, o pastor  respondeu que não havia riqueza que pagasse a paisagem que vislumbrava e a luz da sua estrela.

O pastor acabou por morrer e, em homenagem à sua história, aquele local passou a chamar-se Serra da Estrela.
A lenda diz que ainda hoje é possível ver da serra da Estrela uma estrela que brilha mais do que as outras, de saudade e de amor pelo pastor.

 

 

 

 

 

publicado por Paula às 18:58


Moranguitos
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Amei a história. Eu estava justamente procurando u...
aleleuia
Quero saber a introdução da experiência
Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
gosto de ler historias para meus alunos mas sempre...
lol
QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
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