Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Segunda-feira, 28 de Março de 2011

Estamos a trabalhar uma matéria nova em Língua Portuguesa: os verbos. E, para ser mais fácil saber mais, escrevemos este poema que nos apresenta mais esta classe gramatical.

 

 

 

Olá, eu sou o Verbo

Numa frase sou muito importante

Indico uma ação

num determinado instante

 

Todo o verbo é formado

Por raiz e terminação

Se termino em ar, er, ir

Sou de primeira, segunda e terceira conjugação

 

Ando de braço dado

Com o pronome pessoal

Primeira, segunda e terceira pessoa

Do singular ou do plural

 

No passado e no futuro

Tenho forma diferente

Também não sou igual

Se me escrevem no presente

 

Agora que me conhecem

E já sabem a minha função

Não me confundam com outros

Nomes e adjectivos, não.

 

publicado por Paula às 22:42


Eis o poema acróstico do Mário.

 

 

 

Pai, a Primavera chegou

Risadas se ouvem

Imaginação anda no ar

Maluqueiras se fazem

Anda brincar

Voltas e voltas

Estamos a rolar

Rosas são para a mãe

Amor é para os dois

 

Viva a Primavera!

 

 

publicado por Paula às 14:08


A Mafalda contou hoje a história “Areia nos sapatos”.

Fala-nos de uma menina que estava na biblioteca, junto aos livros para os mais pequenos. A Maria, assim se chamava a menina, sempre vira a alegria dos irmãos ao dizerem que eram bom enfiarem-se dentro de um livro.

Por isso, ela própria queria tentar também entrar num livro.

Pegou num onde havia uma porta ilustrada e, do outro lado, estava uma enorme extensão de areia junto ao mar.

Então, a Maria atira-se de cabeça para tentar entrar naquela página do livro, mas caiu e magoou-se. Mesmo assim não desistiu. Experimentou meter o braço como se fosse mergulhar numa banheira ou colocar o livro em cima da cabeça, como se estivesse a vestir a camisola. Nada funcionou.

A Maria decide então deitar-se no chão e começar a ler o livro, devagarinho, porque mal sabia ler.

Quanto o bibliotecário chega, repara que está no chão um livro aberto, mas nem sinal da Maria. Pega no livro e coloca-o na estante.

A mãe da Maria chega e, nesse instante, cai o livro da estante e aparece a Maria a correr, muito feliz e com os sapatos cheios de areia.

Uma história que nos mostra que, para entrar nos livros, é preciso lê-los.

 

 

 

 

publicado por Paula às 14:07

Sexta-feira, 25 de Março de 2011

Na experiência de hoje pusemos uma garrafa a passear.

Usámos uma garrafa e um balão.

 

 

Furámos a garrafa no fundo.

 

 

 

Enchemos o balão que colocámos no gargalo da garrafa.

 

 

 

Quando largámos, a garrafa começou a mover-se.

 

 

 

Conclusão 

O ar do balão saiu para a garrafa, criando uma almofada de ar. Esse ar vai fazer deslizar a garrafa.

 

 

 

 

publicado por Paula às 23:21


A aula de hoje não teve histórias, mas teve História.

 

"A aula de hoje foi diferente. Depois de termos estudado os Monumentos no papel, fomos visitá-los, com a ajuda do avô Barbosa, que é professor de História.

Começámos pela antiga Escola de Santa Luzia, onde rapazes e raparigas estudavam separados. Logo ao lado, fica a capela de Santa Luzia, onde se faz uma festa a 13 de Dezembro.

Subimos uma das ruas mais antigas de Guimarães, a Travessa do Picoto, com muitas escadas todas feitas em granito.

Passámos pela viela do Campo Santo, onde houve um cemitério e chegámos à Igreja dos Capuchos, onde funcionou o antigo Hospital e que foi feita com pedra do Paço dos Duques.

Já a caminho do castelo, vimos a estátua de D. Afonso Henriques, primeiro Rei de Portugal. O castelo foi construído no século X pela Condessa Mumadona, vinda da Galiza, Serviu como defesa dos habitantes de Vimaranes, que se distribuíam por duas zonas: junto ao Castelo e junto à Colegiada.

Foi ali que viveu D.Afonso Henriques. Ao lado, na capela de S.Miguel, diz-se que ele terá sido batizado.

Perto fica também o Paço dos Duques de Bragança, mandado construir no século XV, por D.Afonso, filho bastardo do rei D.João I.

Passámos ao Largo Martins Sarmento, onde fica a Igreja do Carmo, uma igreja muito bonita, onde há também uma placa que se usava quando havia incêndios. O número de toques do sino indicava o local do incêndio.

Descemos a Rua de Santa Maria, que no tempo de Mumadona era a ligação entre o Castelo e a Colegiada.

Parámos no Convento de Santa Clara, que hoje é a Câmara, mas que foi um local de retiro das freiras, que também se dedicavam a fazer doces tradicionais.

Chegámos depois ao Largo da Oliveira. Lá estava o padrão do Salado, que comemora a vitória dos portugueses na batalha com o mesmo nome.

Ao lado, a belíssima Igreja da Oliveira e a Colegiada, onde funciona o Museu Alberto Sampaio.

No mesmo largo, há ainda, os antigos Paços do Concelho, onde está a estátua das Duas Caras.

Passando os arcos, entrámos na Praça de Santiago. Lá existem casas típicas e um espaço onde terá existido a capela a S.Tiago.

Já a caminho da escola, vimos o Arquivo Alfredo Pimenta e a Casa dos Laranjais.

Muitos monumentos ficaram por ver, mas foi uma visita muito enriquecedora."

 

 

 

 

publicado por Paula às 23:20


Eis o poema da Carolina sobre a Primavera.

 

Primavera chegou

Rosas e malmequeres

Iluminando toda a cidade

Margaridas a crescer

As plantas estão outra vez no campo

Violetas a nascer

Esperança a chegar

Regressam as aves

A alegria anda no ar

publicado por Paula às 22:14

Quinta-feira, 24 de Março de 2011

Depois de termos estudado a obra em poesia, aqui fica a nossa versão em prosa.

 

 

 

"Era uma vez um barco que estava prestes a sair do cais. Em terra, as mulheres choravam pelos maridos, pelos filhos, pelos pais...pelos amados que se perparavam para uma longa viagem. No barco, os marinheiros rezavam para que voltassem sãos e salvos.

Entretanto, chega um velho marinheiro que começa a contar a história da Nau Catrineta.

Era uma nau que ia partir à descoberta de novas terras. No cais e no barco o mesmo cenário de choro e de reza.

A nau, toda enfeitada, partiu ao som de tiros de canhão. No mar ficou durante sete anos.

Passaram por muitos perigos e por grande fome. Tanta, que tentaram comer as solas dos sapatos. Mas, não conseguiram porque eram rijas. Então, decidem comer alguém da tripulação.

Fizeram sortei e sete vezes saiu o capitão. Quando escolheram quem o iria matar, o escolhidos recusou-se porque jurara nunca matar o seu capitão.

Este agradeceu-lhe e pediu-lhe que subisse ao mastro e tentasse avistar terra.

O gajeiro assim o fez. À popa viu as perigosas terras de Berberónia. À proa viu três espadas apontadas aos barco.

Eram de um piloto que saltou para a nau e fez uma proposta ao capitão: se este lhe desse a alma, dar-lhe-ia em troca a vida, mas a nau afundaria.

O capitão não aceitou. Tirou-lhe a capa e o gorro e viu que tinha cornos e rabo: era o diabo.

Os marinheiros benzeram-se e o diabo estoirou.

Nesse momento, o gajeiro viu terras de Portugal. O capitão pede-lhe para ver se encontra a sua família. Ele vê as três filhas e a mulher.

Muito feliz, o capitão promete dar a mão de uma filha em casamento ao gajeiro e oferecer-lhe o seu cavalo branco.

Entretanto, a nau atraca, sã e salva.

O velho marinheiro conta então que, para quem duvidava que a história era verdadeira,  ele próprio era o gajeiro.

E assim termina a história da Nau Catrineta que tem muito que contar."

 

publicado por Paula às 22:01


O Ruben continuou a escrever sobre a Primavera.

 

 

Na Primavera já estamos

Porque as flores abriram

E apareceram as borboletas

E então os meninos brincaram

 

O sol brilha na terra

Ilumina toda a gente

Nos montes há poucas pedras

E eu fico contente

 

 

publicado por Paula às 22:00


A Laura contou a história "Água com sede", de António Torrado.

Era uma vez uma gota cheia de sede. Esta gota de água queria matar a sede a alguém que tivesse muita sede, mas não encontrava ninguém.
Queria ser útil e não conseguia.
Até que a nuvem carregada fez com que todas as gotas caíssem.

Ao caírem, as gotas prometeram lavar as pedras da calçada, mergulhar até à raiz de uma planta e dar-lhe vida, acrescentar água a um rio quase seco,  ajudar uma azenha a trabalhar, alimentar uma barragem, empurrar um barco encalhado.
A nossa gota caiu na copa de uma árvore e foi escorrendo de ramo em ramo até que chegou a uma folha, mesmo por cima de um ninho. Ficou indecisa sem saber se caía ou não.

De um ovo do nino saiu então um passarinho, abrindo muito o seu bico. A gota soltou-se da folha para a garganta aberta do passarinho, que a engoliu e, logo em seguida, piou, agradecido.

 

 

 

 

 

publicado por Paula às 21:51

Quarta-feira, 23 de Março de 2011

Hoje brincámos de novo com as palavras, fazendo rimas com os nossos nomes.

 

 

 
Eu sou o Leandro e sou muito malandro.
Eu sou a Joana, pequenina como uma banana.
Eu sou a Maria e gosto de comer a sopa fria.
Eu sou a Maria João e tenho medo do cão.
Eu sou o Ventura a viver uma aventura.
Eu sou a Fátima e faço uma rima.
Eu sou a Ana e tenho uma amiga chamada Mariana.
Eu sou a Sofia e parto muitas vezes a afia.
Eu sou a Jéssica, uma menina maléfica.
Eu sou a Mafalda que usa uma fralda.
Eu sou o Mário que enfiou na boca um canário.
Eu sou a Beatriz que põe os dedos no nariz.
Eu sou o Gonçalo e tenho um cavalo.
Eu sou o Bruno, vou viajar a Neptuno.
Eu sou a Laura e pareço uma dinossaura.
Eu sou a Carolina e tenho medo da piscina.
Eu sou o Raposinho metido num ninho.
Eu sou a Paula e sou eu que mando na aula.
 

 

publicado por Paula às 23:39


Moranguitos
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Amei a história. Eu estava justamente procurando u...
aleleuia
Quero saber a introdução da experiência
Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
gosto de ler historias para meus alunos mas sempre...
lol
QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
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