Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2011

Esta é a história da Maria João.

 

 

 

Era uma vez um número chamado 9, que tinha ido visitar o número 6.

O número 6 estava constipado e não podia sair de casa, o 9 foi solidário e ficou a brincar com ele.

Depois os números 5, 7,8, 4, 3,2 e 1 souberam e foram logo para a casa do amigo.

Todos juntos ficaram a brincar com o número 6.

Por fim, fizeram uma festa surpresa ao amigo.

Ele ficou tão surpreendido que no dia seguinte já pôde sair de casa.

publicado por Paula às 23:22


Nós adoramos ler, mas também gostamos de ouvir contar histórias. E nada melhor do que os próprios autores para contarem as histórias que gostamos de ler.

Hoje tivemos na escola a escritora Cidália Fernandes. Como estamos na altura de natal contou-nos "Onde está o Pai Natal", uma interessante história sobre a amizade e sobre a importância de voltar a acreditar que o Menino Jesus também traz presentes.

Ouvimos com atenção, participámos como personagens, fizemos perguntas e até cantámos e fizemos coreografia.

 

 
publicado por Paula às 23:07

Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2011

Já nos sentimos verdadeiramente Nicolinos.

O ano passado vivemos intensamente a festa dos estudantes e este ano também não poderíamos deixá-la passar em claro.

Por isso, a convite da Câmara e para integrar as comemorações dos 10 anos de Guimarães, Património Mundial, fizemos o nosso pregão, onde não faltou a critica social ao que se passa na escola, no concelho e no país.

Aqui fica para recordar, ou ver e ouvir pela primeira vez.

 

 

 

 

 

Agradecemos a todos aqueles que quiseram estar presentes, foi uma forma de dignificar ainda mais as nossas atividades.

Para memória futura, o Pregão de Santa Luzia 2011.

 

S. Nicolau, nosso patrono

 Rogamos a vossa atenção

    Queremos fazer alguns pedidos

 Para enaltecer a Educação

Este ano somos finalistas

Muito temos de nos esforçar

Estudar é o nosso lema

Para bons resultados alcançar

 

De melhores condições necessitamos

Na cantina, na biblioteca e no recreio

Queríamos mais espaço, mais atividades e jogos

Mas de pedir, em altura de crise temos receio

Na nossa escola somos felizes

A brincar e a estudar

Aqui aprendemos valorosas lições

Que na memória eternamente iremos guardar.

 

Nuno Crato no comando

Promete simplificar a vida dos professores

As notas geraram conflitos

Ouvem-se boatos pelos corredores

Em todos os setores houve cortes

Na Educação doeu a valer

                                       Suplicamos a todos os governantes                            

 Que com dignidade nos deixem aprender.

 

 

 

 

    Mas que grande ladroagem que vai cá por Guimarães

Os assaltos aumentaram, já não temos segurança

As fábricas a falir, o desemprego a subir

A crise afeta todos, perdemos a esperança

    Crescem os suicídios, julgam-se as pessoas perdidas

           Não há nada que as anime, ou que lhes dê alento

       Nem mesmo o seu Vitória lhes traz alegrias

      Com este cenário, é tudo um tormento

 

Temos cá outros “papões” que usam fato e gravata

São grandes figurões da capital da cultura

Têm ordenados de milhares e ganham pelas reuniões

Como é isso possível, nesta difícil altura

Afinal a crise não é bem para todos

Uns de barrigas cheias outros que não têm nada

Mas que raio de justiça é que existe nesta terra

Temos que copiar os de Fafe e resolver tudo à porrada?

 

As obras do Toural, já parecem S. Torcato

Nunca mais têm um fim e reina a confusão

Trabalhadores são mais que muitos

Mas, uns trabalham, outros não

A fonte desapareceu, bancos e jardins também

A planta do centro histórico está agora em seu lugar

Mas para a perceber só se andarmos de avião

  Vamos por os visitantes a andar com a cabeça no ar?

 

 

 

Na terra de Portugal

 à beira-mar plantada,

  muita coisa corre mal,

    está toda a gente preocupada!

   Aproxima-se o Natal

E nem uma prenda comprada!

É o resultado final

de uma economia Troikada.

 

Os ministros governaram,

 E tomaram uma decisão,

os subsídios nos tiraram

quase nos deixam sem pão!

Com impostos e cortes presentearam

a comunidade sem educação,

Assim vai a vida dos que contribuíram

Para este país em manifestação.

 

A todos vós que sois desta bela cidade,

deixai as tristezas para trás,

não importa a idade,

não recordeis coisas más!

Pegai nas caixas e bombos então,

Rufai, rufai agora sem parar,

alegrai-vos neste dia de pregão,

para mais tarde recordar!

 

publicado por Paula às 23:45

Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2011

A experiência de hoje teve a ver com a necessidade de haver oxigénio para haver combustão.

Usámos um prato, água, corante, vela e um frasco.

 

 
Pusemos água no prato, à qual adicionámos corante.
 
Colocámos a vela no centro do prato e acendemo-la.
Depois tapámos a vela com o frasco.
A vela ardeu algum tempo, mas acabou por se apagar. Ao mesmo tempo, a água subiu no frasco.
 
Conclusão

A vela apagou-se porque as combustões (as coisas para arderem) precisam de oxigénio e quando a tapamos com o copo o oxigénio acabou-se.
A água subiu e foi ocupar o espaço do oxigénio dentro do copo.

publicado por Paula às 22:54


Esta tarde tivemos a visita de uma técnica de Higiene e Segurança no trabalho. Veio falar-nos da importância de se cumprirem as regras de segurança em todos os espaços: casa, rua, trabalho, escola...

O objetivo desta visita foi motivar-nos para criarmos o nosso próprio instrumento de segurança.

Veio acompanhada de um boneco simpático chamado NAPO, que é a imagem europeia da Segurança e que nos ensina de forma divertida algumas normas que é importante cumprir.

Eis o nosso novo amigo.

As suas aventuras e peripécias podem ser vistas neste site. Aprendam e divirtam-se.

 

http://www.napofilm.net/en

publicado por Paula às 18:13

Domingo, 04 de Dezembro de 2011

Neste domingo damos os PARABÉNS ao BRUNO . PARABÉNS MORANGUITO E UM BEIJINHO DOS COLEGAS E DA PROFESSORA.

 

 

publicado por Paula às 00:02

Sábado, 03 de Dezembro de 2011

Neste sábado assinala-se o Dia Internacional das Pessoas com Deficiência. 

Na quarta-feira ouvimos relatos na primeira pessoa de casos de pessoas com deficiências, mas com vidas muito ricas.

Porque todos somos iguais na diferença, resolvemos "mimar" os nossos colegas da UEAM (Unidade de Apoio à Multideficiência) com uma lembrança desta data, tanto mais que o Rui Pedro, aluno da Unidade, é nosso colega de turma este ano.

Juntos, caminhamos de mãos dadas.

 

 

 
publicado por Paula às 00:03

Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2011

Aqui fica a história desta semana, escrita pela Joana.

 

 

Na cidade dos números há já alguns dias que se vivia uma grande confusão. Não se ouvia nada a não ser discussões. Sem saberem exactamente porquê, os números andavam zangados e tudo era motivo para mais uma briga.

O dois não falava com o três. O cinco já não ia ao cinema com o sete. O oito já não contava histórias ao quatro. O sete já não andava de bicicleta com o nove. O zero estava completamente ausente.

Os números não se podiam ver uns aos outros, implicavam por tudo e por nada. Ameaçavam recusar-se a fazer tudo. O um temeu o pior:

- Não, as coisas não podem continuar assim. Se não conseguirmos dar-nos bem não vamos poder ser somados, subtraídos, multiplicados ou divididos… o que é que vai ser dos adultos que precisam de nós diariamente para as suas funções profissionais? O que vai ser das crianças que precisam de nós para crescer com sabedoria? As escolas vão ficar ao abandono, os professores vão ficar desempregados… meu Deus já não chegam os milhares que têm ficado sem colocação nos últimos anos!

O um decidiu pedir ajuda ao zero e invadiu o seu mundo tranquilo:

- Zero, os números não se falam, precisamos de fazer alguma coisa antes que isto se transforme num drama e acabe com a sociedade que depende de nós para viver.

O zero ficou imóvel. O um perdeu a esperança de que o zero o ia ajudar. Mas, passados alguns segundos o zero disse:

- E se pedíssemos ajuda às letras?

- Excelente ideia! Respondeu o um todo entusiasmado.

Juntos foram falar com o alfabeto, contaram o que estava a acontecer e pediram a ajuda das letras. As letras disponibilizaram-se para ajudar e combinaram invadir a cidade dos números com palavras que os chamassem à razão.

No dia seguinte, na cidade, voavam, deslizavam, circulavam e dançavam palavras como amizade, bondade, companheirismo, doçura, felicidade, gentileza, harmonia, paz …

Os números foram contagiados por aqueles sentimentos e decidiram reconciliar-se. Tudo voltou à normalidade. A sobrevivência da cidade dos números e da sociedade em geral já não estava sob ameaça, graças ao zero e ao um e à sua aliança com as letras do alfabeto.

publicado por Paula às 23:23

Quinta-feira, 01 de Dezembro de 2011

A escola lançou o convite e os alunos e famílias aceitaram: fotografar a preto e branco o património arquitetónico vimaranense.

O resultado deste trabalho será uma exposição que acontecerá em breve.

Enquanto não abre a exposição, aqui fica o olhar dos Moranguitos sobre Guimarães, acompanhado pelo som do video promocional de Guimarães 2012.

 

Aqui ficam também os olhares da Fátima que apenas hoje nos trouxe as suas fotografias.
 
O Castelo
 
O Paço dos Duques
O escudo de Afonso Henriques
publicado por Paula às 00:16


Moranguitos
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Amei a história. Eu estava justamente procurando u...
aleleuia
Quero saber a introdução da experiência
Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
gosto de ler historias para meus alunos mas sempre...
lol
QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
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