Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Segunda-feira, 06 de Fevereiro de 2012

A propósito da nossa exposição do loudel de D. João I, estamos a fazer visitas guiadas aos nossos colegas da escola, explicando-lhes a ligação de D. João I a Guimarães.

A cidade foi, de facto, importante no reinado deste monarca que a ela tinha uma grande ligação e uma grande devoção por Nossa Senhora da Oliveira.

Aqui ficam algumas curiosidades, para ficarem a saber mais.

 

 

 

publicado por Paula às 17:09


Com a experiência de hoje quisemos mostrar como funciona um helicóptero.

Usámos uma tira de papel, uma tesoura, régua, lápis e um clip.

Começámos por cortar uma tira de papel com 6 cm de largura e 20 de comprimento.

 

 

Num dos lados traçamos uma linha a 6cm da extremidade.

 

 

Dobrámos e cortámos mais ou menos a meio.

 

  

 

De cada um dos lados fizemos um pequeno corte e dobrámos.

 

 

Dobrámos uma ponta e colocámos um clip.

 

 

 Lançámos e funcionou como uma hélice.

 

Conclusão

 

Num helicóptero, as hélices do motor atuam como um conjunto de asas, que geram

sustentação por meio de um movimento circular. Mas o ar também oferece resistência à lâmina vertical e assim cria-se uma corrente que comprime esta lâmina na horizontal. 
Como as hélices estão uma para cada lado, também vamos ter uma corrente para cada lado, forçando o helicóptero a rodar.

 

 

publicado por Paula às 16:57

Sábado, 04 de Fevereiro de 2012

Neste Sábado damos os PARABÉNS à JOANA . PARABÉNS MORANGUITO E UM BEIJINHO DOS COLEGAS E DA PROFESSORA.

 

 

publicado por Paula às 00:04

Sexta-feira, 03 de Fevereiro de 2012

Hoje publicamos a última história com Matemática.

Foi escrita pelo Ruben.

Para a semana há novidades.

 

  
Num dia normal de aulas na escola de Santa Luzinha, estavam presentes o número seis e o número sete.
O número seis era o delegado de turma e o número sete era um aluno muito distraído e não aprendia quase nada, por isso aproveitava para pedir ao número seis a resposta das fichas dadas pela professora.
Cero dia, a turma levou um trabalho de casa em que tinham de fazer contas de dividir. O número sete não sabia nada disso e nem sabia qual era o trabalho de casa. Então, telefonou para o número seis para lhe dizer as respostas, mas não teve uma resposta feliz.
- Olá número seis, podias dizer-me as respostas das fichas que trouxemos para casa?
- Não te digo mais, porque estás sempre a pedir-me ajuda. Tens de estar mais atento ao que a professora te diz.
No dia seguinte, o número sete gritou ao número seis:
- Nunca mais sou teu amigo! 
- Porque é que tu nunca me ajudas a mim. Deves ficar atento nas aulas- respondeu-lhe o número seis.
O número sete depois de ouvir isto tudo, quando foi para casa pensou e decidiu que ia prestar mais atenção nas aulas.
A partir daí, começo u a tirar boas notas e o seis e o sete ficaram amigos para sempre.
publicado por Paula às 18:32

Quinta-feira, 02 de Fevereiro de 2012

 

Recebemos hoje, de novo, a visita da Dra Rosa Maria Saavedra que veio contar outras histórias ligadas à vida do rei D. João I e à sua presença em Guimarães. Falou do seu casamento, dos privilégios das tábuas vermelhas, da lenda das duas caras...enfim, aspetos deliciosos da nossa história.

Mas, a sua visita, ficou marcada, sobretudo, pela exposição das decorações que fizemos do loudel de D. João I (loudel era uma espécie de veste militar e D. João I doou o seu a Nossa Senhora da Oliveira como forma de agradecimento pela vitória na batalha de Aljubarrota, ainda hoje o loudel está no Museu Alberto Sampaio).

O desafio foi-nos lançado pela própria Dra Rosa Maria e os resultados ficaram fantásticos. Estamos agora a tentar levar esta exposição ao Museu.

 

 

publicado por Paula às 22:25

Quarta-feira, 01 de Fevereiro de 2012

Aqui fica um conto criado por nós sobre solidariedade.

 

  
Isabel vivia na rua da nossa escola, não sabemos há quanto tempo.
Todos os dias, quando saíamos da escola, lá estava ela à espera que lhe dessem uma esmola.
Era, de certeza, mais nova que aquilo que aparentava. O rosto estava coberto de rugas, o olhar azul era triste e cansado. O cabelo, quase todo branco, não via água nem pente há já muito tempo. As roupas eram rasgadas e sujas.
O aspeto era tão repugnante que todos se desviavam.
Cansados de ver este cenário, e depois de termos visto a Isabel procurar comida no caixote do lixo, resolvemos juntar a turma para procurar uma solução para este problema.
A Beatriz, que é a delegada de turma, convocou os colegas para se reunirem no intervalo.
- Já viram a sem-abrigo que está à porta da nossa escola?- perguntou.
- Já vi e acho que devemos ajudá-la - respondeu o Mário.
- Como?- perguntou a carolina.
- Podemos dar-lhe parte do nosso lanche- sugere o Pedro.
- E isso resolve o problema? Ela também não tem casa, nem roupa...- contrapõe o Bruno.
- Podíamos fazer uma campanha- acrescenta o Leandro.
- Isso, recolhíamos coisas de que já não precisássemos...- diz a Fátima.
- Pois, e vendíamos para angariar dinheiro- refere a Mafalda.
- E com esse dinheiro colocávamos a Isabel num lar- gritaram todos em coro.
- Concordo com tudo. Mas, antes, devemos perguntar à Isabel se ela quer ser ajudada- disse a Joana, sempre ajuizada.
Então, decidiram que a Laura e a Maria iriam falar com a Isabel no fim do dia.
Mal saíram, foram ambas a correr ter com a sem-abrigo. Primeiro, esta desconfiou, mas como estava farta daquela vida, aceitou.
A tarefa seguinte foi falar com os adultos. Os pais e os professores acharam a ideia fantástica. Logo ali começou um aonda de solidariedade.
Recolheram muitas coisas: roupa, comida, brinquedos... e tudo foi vendido numa feira que decorrer na própria escola. A Isabel assistiu e até chorou de emoção.
Com o dinheiro amealhado, e depois de encontrarem um lar, colocaram lá a Isabel que agora passa os dias a ensinar crianças a bordar. Sim, é que ela fora uma grande bordadeira e tinha jeito para ensinar.
De vez em quando, nós também íamos lá para aprender. Até os rapazes já bordavam.
Também gostamos de ouvir as suas maravilhosas histórias. Ficámos a saber que foi parar a rua por ter perdido toda a família e o emprego.
Agora, nós éramos a sua família.
No final, todos ficámos mais ricos e mais felizes.
publicado por Paula às 22:33


O desafio matemático para este mês é Sudoku.

Para resolver até 16 de Fevereiro.

 

publicado por Paula às 22:20


 

Para praticar a nova matéria de matemática, aqui está o endereço de uma aplicação chamada Geogebra. 

Podem brincar e aprender mais sobre geometria.

 

http://www.geogebra.org/cms/en/download

publicado por Paula às 22:16


Está fechada a votação para o melhor poema de tam livre, que participará no concurso "Faça lá um poema".

A participação foi fantástica e, em alguns momentos muito renhida. 

O poema mais votado tem o tema "Mundo" e foi escrito pela Maria Sofia, conseguiu 174 votos.

Parabéns. Aqui fica o texto vencedor:

 

 

No mundo eu tenho sonhos:

Amar, ser livre e feliz

É o que quero ser, enquanto sou petiz.

 

No mundo, imaginar e aprender

É o que me ensinam

Enquanto estou a crescer.

 

Para o meu futuro, vão-me ajudar

Pais, amigos e professores

Vão estar sempre a apoiar-me.

 

No mundo vou viajar

Várias cidades percorrer

E seus tesouros vou conhecer.

 

No mundo há coisas maravilhosas

Os sorrisos, a amizade e o amor

Que enchem o mundo de cor.

 

Num mundo tolerante

Eu quero viver,

Brincar, crescer e aprender.

publicado por Paula às 00:01


Moranguitos
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Amei a história. Eu estava justamente procurando u...
aleleuia
Quero saber a introdução da experiência
Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
gosto de ler historias para meus alunos mas sempre...
lol
QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
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