Blogue da turma B, do quarto ano, da Escola Básica de Santa Luzia, em Guimarães
Quinta-feira, 19 de Abril de 2012

Depois de um grande trabalho de pesquisa, estivemos hoje a produzir um texto informativo sobre a vida e obra de Sophia de Mello Breyner Andresen, autora da obra Bojador que estamos a trabalhar no âmbito do Plano Nacional de Leitura.

 

Sophia Mello Breyner Andersen.png

 

Sophia de Mello Breyner Andressen foi uma das maiores poetisas do século XX.

Oriunda de uma família aristocrata, e com ascendência paterna dinamarquesa, nasce no Porto a 6 de Novembro de 1919.

Filha de João Henrique Andresen e de Maria Amélia de Mello Breyner.

Entre 1936 e 1939 estuda Filologia Clássica na Universidade de Lisboa. Publica os primeiros versos em 1940, nos Cadernos de Poesia.

Em 1941 casa com Francisco Sousa Tavares, com o qual tem cinco filhos, entre eles Miguel Sousa Tavares.

Participa ativamente na oposição ao Estado Novo e é eleita, depois do 25 de abril, deputada à Assembleia Constituinte.
Autora de cerca de vinte livros de poesia, publicados entre 1944 e 1997, escreve também contos, histórias para crianças (Menina do Mar, Fada Oriana, O Cavaleiro da Dinamarca, A Floresta, o Rpaz de Bronze, são algumas), artigos, ensaios e teatro (aqui se enquadra a obra Bojador que começámos a estudar). Traduz Eurípedes, Shakespeare, Claudel, Dante e, para o francês, alguns poetas portugueses.
Recebeu entre outros, o Prémio Camões 1999, o Prémio Poesia Max Jacob 2001 e o Prémio Rainha Sofia de Poesia Ibero-Americana. Foi a primeira vez que um português venceu este prestigiado galardão.

Sofia de Melo Breyner faleceu, aos 84 anos, no dia 2 de Julho de 2004 no Hospital da Cruz Vermelha.

publicado por Paula às 16:22

Quarta-feira, 18 de Abril de 2012

Os Moranguitos viveram hoje um dia diferente.

Para começarem, desde já, a preparar o ingresso no segundo ciclo, passaram hoje o dia na EB 2/3 Egas Moniz.

Foi um dia em pleno, cheio de atividade e animação.

 

publicado por Paula às 23:32

Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Estamos a participar em mais um concurso. 

 

 

Votem nos postais da Escola de Santa Luzia em

http://www.facebook.com/photo.php?fbid=10150803023913373&set=a.10150801138943373.480262.231129833372&type=1&theater
publicado por Paula às 12:16

Segunda-feira, 16 de Abril de 2012

No final da análise da obra "Uma viagem ao tempo dos castelos", efetuamos um texto crítico que decidimos levar ao concurso "Uma aventura", da Editorial Caminho.

E não é que ganhamos o segundo prémio da Modalidade de Crítica.

Um prémio merecido para os Moranguitos que gostam de participar em vários concursos, desde que estes tenham como objetivo o seu enriquecimento pessoal. E ser premiado num universo de mais de dez mil concorrentes é fantástico.

Um dos prémios será a publicação deste texto e da fotografia da turma num dos livros da Coleção Uma Aventura. Fantástico, não é?

Parabéns Moranguitos.

 

“Uma viagem ao tempo dos castelos” é um livro que pertence a uma coleção ligada às histórias da História de Portugal.

Torna-se mais interessante pelo facto de ter personagens da nossa idade e do nosso tempo. Qual de nós não gostaria de viajar no tempo, conhecer ou interagir com personagens históricas como D. Afonso Henriques, D. Dinis, D. Sebastião, Vasco da Gama, Camões…

É fantástico o facto de as crianças participarem na história, conhecendo já alguns acontecimentos antes mesmo de eles acontecerem na narrativa.

O choque entre os usos e as tradições do século XII e do século XX faz com que a história se torna mais envolvente.

É enriquecedor o conhecimento que se adquire sobre o século XII e a era medieval: as classes sociais, as casas, o vestuário, a alimentação, a discriminação pela deficiência, a forma de caçar, a justiça, as festas…

Contudo, gostaríamos de deixar uma sugestão.

Uma vez que a história se passa no século XII, altura em que Vimaranes era uma terra importante para o Condado Portucalense, seria interessante que a aventura do João e da Ana também tivesse passado por lá. Poderiam ter visto, e até participado, na Batalha de S. Mamede e na fundação de Portugal.

Sendo uma viagem ao tempo dos castelos, um dos mais marcantes da época era o de Vimaranes, logo poderia ter sido cenário de algum dos capítulos. Até porque, a este espaço está associada a lenda de Egas Moniz que promete vassalagem de D. Afonso Henriques a Afonso VII, de Castela.

Em jeito de conclusão, gostámos muito de ler esta obra que nos “aguçou o apetite” para ler as restantes da coleção e saber mais sobre a história de Portugal.

publicado por Paula às 22:10


A experiência de hoje mostrou a força da gravidade.

Usámos dois ovos: um cru e um cozido.

 

  
Fizemos girar cada um dos ovos e o movimento foi diferente em ambos.
Conclusão

No ovo cozido a distribuição da massa no seu interior não muda à medida que gira. 

Se ovo está cru a gema movimenta-se no seu interior, mudando a distribuição de sua massa, fazendo com que a forma de girar não seja uniforme.

publicado por Paula às 21:58

Sexta-feira, 13 de Abril de 2012

Eis as histórias da Mafalda.

 

Um dia o meu avô Guilherme saiu com os colegas como de costume e foram dar um passeio, tinha ele dezasseis anos.

O meu avô nesse dia chegou a casa às 22 horas. O pai do meu avô de castigo por este ter chegado muito tarde não o deixou jantar nem dormir em casa.

O meu avô lembrou-se de pedir ao seu avô que morava ali perto para o deixar dormir e comer naquela noite. O seu avô concordou mas, disse-lhe:

- Atenção! O teu pai tem toda a razão. É muito tarde para um menino da tua idade andar na rua até esta hora.

No dia seguinte o meu avô voltou para a sua casa e disse ao seu pai que tinha aprendido a lição.

 

 

Era carnaval. Como de costume ia haver um desfile e a minha avó queria muito ir ver.

 Aos domingos, a minha avó Conceição e os seus irmãos só saiam de casa acompanhados pelos pais. Nesse dia, o pai da minha avó estava doente e como não podia sair de casa também não deixava ninguém sair.

A minha avó queria muito ir ver o desfile. Pediu tanto ao pai, que por fim este acabou por deixá-la ir ver o desfile.

A minha avó, seus irmãos e uns vizinhos mascaram-se. A minha avó vestiu-se de noivo e um amigo do vizinho vestiu-se de noiva. Foram todos para o desfile.

Durante o desfile o vizinho vestido de noiva (meu avô) disse para a minha avó:

- Talvez amanhã serei eu o teu noivo e tu a minha noiva.

Assim foi. Namoraram, casaram e tiveram três filhos.

publicado por Paula às 18:40

Quinta-feira, 12 de Abril de 2012

A história de Guimarães é muito rica e tem constituido tema de trabalho na nossa área-projeto. Já trabalhamos a Citânia de Briteiros, a vida da Condessa Mumadona, a formação de Portugal (pais e D. Afonso Henriques) e a presença em Guimarães de D. João I.

Vários foram os reis que cá estiveram e não seria possível trabalhar todos os relatos da importância do concelho da história.

No entanto, não podíamos deixar de falar da presença em Guimarães da rainha D. Maria II, no século XIX, que deu posteriormente origem ao foral que eleva esta terra á categoria de cidade.

Aqui ficam algumas curiosidades.

 

A Rainha D. Maria II (filha de D. Pedro IV, que com seu irmão D.Miguel, travou as Guerras Liberais) visitou Guimarães em 1852. Chegou aqui num sábado, 15 de Maio e foi hospedar-se na casa do Cavalinho (atual Palácio Vila Flor).

Na quinta e na sexta-feira anteriores chegavam de momento a momento, grandes carroças conduzindo toldos, cozinhas, louças, colchões, enfim muita coisa pertencente à casa real.

As carroças paravam todas à porta do Campos e então diziam aos cocheiros.

– “Levem isso para o paço.”

O paço era na casa do Cavalinho. Todos aqueles campos que a circundavam ficaram cheios de carros que tinham vindo de Lisboa, do Porto, de Coimbra e de Braga.

A rainha demorou-se aqui dois dias. Houve iluminações e música e  junto do “Cruzeiro do fiado” que ficava em frente da casa do Sousa Júnior; levantou-se um rico pavilhão guarnecido a seda azul e branca.

A Senhora D. Maria II quando chegou dirigiu-se para o pavilhão e ali lhe foram entregues as chaves da cidade.

Depois meteu pela Porta da Vila o foi à Oliveira rezar. O povo era muito e todos desejavam ver de perto a Senhora D. Maria II.

Em 1853, elevou Guimarães de vila a cidade.

Pouco tempo depois, morria de parto (era o 11.º e contava apenas 34 anos). Para a homenagear, a cidade passou a chamar de Rua da Rainha D. Maria II, topónimo logo abreviado para Rua da Rainha, ao conjunto antigamente designado por Rua Sapateira (troço da Porta da Vila à Torre dos Almadas) e Rua dos Mercadores (troço da Torre dos Almadas à Oliveira).

A República atualizou a toponímia ao novo regime, "depondo" a Rainha. Passou a chamar-se Rua da República. No final de 1943, seria restaurada a designação oficial de Rua da Rainha.

 

publicado por Paula às 17:15


Começámos hoje a análise de mais uma obra da literatura portuguesa, no âmbito do Plano Nacional de Leitura.

Chama-se Bojador, e é um teatro histórico sobre os Descobrimentos Portugueses, da autoria da escritora Sophia de Mello Breyner.

Sophia habituou-nos a diversas obras muito interessantes escritas em prosa, como "A menina do mar", a "Fada Oriana", o "Cavaleiro da Dinamarca", "A floresta", "O rapaz de bronze", entre outros.

Este é um texto de teatro que vamos gostar de ler.

 

 

publicado por Paula às 17:10


Nesta quinta-feira damos os PARABÉNS à LAURA . PARABÉNS MORANGUITO E UM BEIJINHO DOS COLEGAS E DA PROFESSORA.

 

 

publicado por Paula às 00:05

Quarta-feira, 11 de Abril de 2012

 

Numa altura em que em Estudo do Meio estamos a falar de descobrimentos portugueses. Hoje imaginámos ser marinheiros e relatámos um dia de uma viagem.

 

 
Um dia na frota de Gil Eanes
Hoje, dia 10 de Março de 1434, estamos prestes a passar o Cabo Bojador.
Todos nós estamos com medo porque se diz haver lá um gigante.
Gil Eanes, o nosso comandante também tem receio, mas ainda faltam algumas horas.
Ao longo da viagem, tivemos várias conversas sobre desistir, mas Gil Eanes não deixava, dizendo sempre para continuar. Ele é corajoso.
Por isso, os tripulantes nunca desistiram.
Neste momento, estamos a passar o Cabo Bojador e, surpresa, tudo está calmo no mar. Foi mais fácil do que pensávamos.
Agora, vamos festejar bebendo rum.
Pedro Leandro
 
Um dia na frota de Diogo Cão
Zaire, 28 de Julho de 1482.
Hoje cheguei ao Zaire com o meu comandante Diogo Cão.
Quando chegámos à Foz do Rio Zaire, pensámos que tínhamos alcançado o ponto mais a sul do continente africano, o Cabo Bojador.
Fomos num barco muito leve. Os barcos não podiam estar muitos cheios porque podiam afundar.
No Zaire tudo era bonito: campos muito verdes, árvores carregadas de frutos, pássaros alegres a cantar, para além de muitos animais curiosos.
Antes de voltarmos, o meu comandante Diogo Cão deixou uma inscrição, comprovando a nossa chegada às cataratas de Lalala, perto de Matadi.
Ruben
 
Um dia na frota de Bartolomeu Dias
Estamos a 28 de Julho de 1487.
Estamos em Lisboa, de partida na frota de Bartolomeu Dias.
Nas ruas de Lisboa não se ouve mais nada senão vivas a Bartolomeu Dias.
Está tudo muito bonito, colorido e animado. A alegria não falta.
Sinto-me contente pelo que vou fazer, porque se conseguirmos passar o Cabo das Tormentas seremos famosos em todo o país.
O barco começou a mexer-se. Era sinal que partíamos.
Ao meio-dia, deparámo-nos com uma enorme tempestade, muitos dos nossos homens morreram afogados.
Nós não tínhamos quase nada para comer, nem para beber.
Eu, o meu capitão e mais alguns marinheiros ficámos acordados toda a noite.
A noite foi muito complicada porque passamos por furacões, remoinhos, tempestades...
Este foi o primeiro dia de uma viagem complicada.
Pedro Ventura
 
Um dia na frota de Vasco da Gama
Índia, maio de 1498
Depois de uma longa viagem, sob o comando de Vasco da Gama, chegámos à Índia.
Viajei na nau do comandante. Tem três mastros e três velas, para além da gávea de onde se avistavam terras longínquias.
Na viagem usámos alguns meios de orientação como a bússola, o quadrante, o astrolábio e a balestilha.
Mas falemos da Índia. Um local estranhíssimo, mas onde me sentia em casa. O sol brilhava como se não tivesse fim, era um clima tropical e tinha pessoas de raças diferentes para conhecer.
O meu companheiro Vasco da Gama e eu ficámos fascinados e maravilhados.
Aquele povo era diferente, tinha costumes, plantas diferentes, animais e roupas diferentes.
Confesso que na Índia uma coisa me inspirou e me punha um sorriso na cara. Era o convívio entre aquele povo que, na minha terra, não havia.
Vasco da Gama e eu encontrámos uma gruta escura onde trabalhavam negros procurando um objeto brilhante. Era ouro. Então, percebemos que era uma terra rica em ouro e decidimos trazê-lo connosco.
Estava a anoitecer. Como era uma terra nova, pensámos em passar lá a noite para ver se faziam alguma dança. Fizeram e convidaram-nos. Foi assim que dançámos danças tradicionais.
Carolina Guise e Sofia

Um dia na frota de Pedro Álvares Cabral
Brasil, 22 de Abril de 1500
Hoje, cheguei ao Brasil. Eu e os outros navegadores pensávamos que tínhamos chegado à Índia, mas o vento desviou-nos para aqui.
Preparámo-nos, cheios de medo, para lutar, mas o contacto foi amistoso. Os índios, afinal, não eram monstros gigantes e conseguimos fazer boas trocas.
O nosso comandante, Pedro Álvares Cabral, ficou muito aborrecido porque queria mesmi ir para a Índia.
Ficámos muito ricos com o ouro do Brasil e muito espantados ao ver que os índios tinham outros costumes e tradições (andavam nus) e ao ver o seu tom de pele diferente.
Ali havia pássaros de todas as cores e plantas exóticas. Era um verdadeiro paraíso
Quando íamos embora, reparámos que os barcos e o ouro tinham desaparecido.
Voltámos para trás e vimos pegadas. Seguimos essas pegadas e chegámos a um espaço onde estavam os índios à volta do barco, prestes a queimá-lo. Mas, conseguimos pará-los a tempo.
Para os converter, decidimos celebrar um missa.
Depois, colocámos o ouro no porão e partimos.
Agora vou dormir porque, daqui a pouco tenho que ir para o leme, guiar o barco.
Beatriz e Joana
publicado por Paula às 22:21


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Amei a história. Eu estava justamente procurando u...
aleleuia
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Gostaria de pedir autorização para usar a vossa im...
podiam colocar mais algumas assim não dá para tira...
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QUE LINDO
Como fizeram o livro????Já está há venda em públic...
Olá Moraguinhos, adorei os vossos porvérvios, me a...
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